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Social Media

Atenção que converte.

Pauta, criação e edição calibradas pelo que o algoritmo pede e o negócio precisa. Instagram, TikTok, LinkedIn, X — operados como sistema, não como canais isolados.

Trabalho da Typic para Pró Spin
CasePró Spin

O que resolve.

Social media, nesta linha, é a operação de Instagram, TikTok, LinkedIn e X como um sistema: pauta, criação e edição calibradas pelo que o algoritmo pede e o negócio precisa. Serve para marcas que publicam muito e convertem pouco. A Typic opera os canais de forma integrada, com conteúdo que respira a cultura de cada rede e performa em qualquer uma.

Social media virou commodity de produção: tem agência postando 30 vezes por mês com criativos genéricos e métrica de vaidade disfarçada de KPI. O resultado é volume sem trajetória, e CMO descobrindo no fim do ano que o ponteiro de receita não mexeu.

O caminho certo é menos posts, melhor decisão. Pauta calibrada por sinal de mercado, formato escolhido por taxa de conclusão real, timing orquestrado pelo comportamento da audiência específica da sua marca.

Como a Typic trabalha.

  1. Diagnóstico de canal

    Auditoria de performance dos últimos 6 meses, mapeamento do que funciona vs o que parece funcionar, leitura de concorrência direta.

  2. Sistema de pautas

    Pillares editoriais, cadência por canal, mix de formatos. Tudo documentado em calendário operável — não em planilha que ninguém olha.

  3. Produção e curadoria

    Criativos calibrados por formato (Reels, carousel, Shorts, post estático). Time interno acompanha — não é caixa-preta.

  4. Medição contínua

    Retenção média, taxa de conclusão, share rate. Métricas de vaidade vão pro relatório auxiliar, não pro headline executivo.

Cases relevantes.

Todos os cases

Perguntas frequentes.

Vocês postam direto da nossa conta ou entregam pra gente postar?
Os dois modelos funcionam, e a escolha depende do nível de compliance do cliente. Em PME, normalmente operamos direto da conta, com guardrails combinados: o que pode ser publicado sem aprovação, o que precisa de olhar do cliente, o que nunca sai. Em enterprise, o modelo costuma ser híbrido, com handoff via ferramenta de aprovação e publicação pelo time interno ou por nós após liberação. Em qualquer modelo, o time do cliente acompanha a produção; não é caixa-preta. O sistema de pautas (pilares, cadência por canal, mix de formatos) fica documentado em calendário operável, para a aprovação ser rápida e a cadência não travar.
Trabalham com criativo de paid também?
Sim. Social orgânico e paid são planejados juntos desde o primeiro dia; separar os dois hoje é antiquado, porque o criativo que performa no orgânico é a melhor hipótese para o impulsionamento, e o dado do paid mostra em que formato vale insistir no orgânico. A produção sai calibrada por formato (Reels, carrossel, Shorts, post estático) e serve às duas frentes. A gestão da mídia paga em si, com segmentação, bidding e otimização semanal, vive na frente de Mídia Paga, operada pelo mesmo grupo para manter coerência. Quando as duas rodam juntas, o relatório lê retenção, conclusão e share rate do orgânico ao lado do custo por resultado do paid.
Em quanto tempo a gente vê resultado?
Em camadas. Os sinais qualitativos aparecem em cerca de 30 dias: retenção média sobe, taxa de conclusão e share rate melhoram, porque o sistema de pautas e a produção calibrada por formato agem direto sobre como o algoritmo distribui. Movimento de pipeline (gente chegando ao comercial citando conteúdo) costuma aparecer em 90 dias. Patamar novo de awareness leva seis meses de cadência consistente. Por isso o diagnóstico de canal audita os últimos seis meses antes de começar: separa o que funciona do que parece funcionar e define a baseline. Métricas de vaidade vão para o relatório auxiliar; o headline executivo mostra retenção, conclusão e o que virou conversa.

Ative social que converte.

Primeira conversa olha sua performance atual, mapeia o que está faltando, e propõe escopo só depois.

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