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Mídia Paga

Mídia precisa.

Gestão de Meta Ads e LinkedIn Ads operada por gente, não por Advantage+. Segmentação, criativo e bidding testados toda semana pra baixar o CAC.

Trabalho da Typic para Prime Control
CasePrime Control

O que resolve.

Mídia paga, nesta linha, é a gestão de Meta Ads e LinkedIn Ads operada por gente: segmentação, criativo e bidding testados toda semana para baixar o custo de aquisição. Serve para empresas que já investem e não sabem o que do investimento vira negócio. A Typic opera as campanhas e reporta pelo que virou lead, não pelo que gerou clique.

A maior parte do investimento em paid hoje vai pra automação cega: campanha Advantage+, criativo regenerado por IA da plataforma, bidding deixado no automático. O resultado é CPM subindo, CTR caindo, e CMO descobrindo no fim do trimestre que o CAC piorou 40% sem motivo claro.

O caminho certo combina automação onde ela ganha (otimização de entrega) com decisão humana onde ela vence (criativo, oferta, persona). Mídia paga bem operada exige hipóteses, criativos testados em paralelo, e leitura crítica de attribution não confiança cega no dashboard da plataforma.

Como a Typic trabalha.

  1. Diagnóstico de conta

    Auditoria de 6–12 meses de gasto, identificação de criativos cansados, segmentações ineficientes, oportunidades de canal não exploradas.

  2. Estrutura de campanha

    Funil claro (topo / meio / fundo), KPIs por estágio, hipóteses iniciais por segmento. Sem 'campanha pilot' que vira permanente.

  3. Criativos em paralelo

    Mínimo 3 ângulos distintos por persona, testados simultaneamente. Vencedor escala, perdedor sai do ar — sem apego.

  4. Otimização contínua

    Review semanal de performance, decisões de re-aloação documentadas, attribution model revisitado a cada quarter.

Cases relevantes.

Todos os cases

Perguntas frequentes.

Vocês operam só Meta + LinkedIn ou outras plataformas?
O foco principal é Meta e LinkedIn, onde a Typic tem maior maturidade técnica e parceria certificada (Meta Business Partner e LinkedIn Marketing Partner). Google Ads entra em projetos específicos, quando o diagnóstico mostra intenção de busca que os outros canais não capturam. A escolha do canal sai do diagnóstico de conta: auditoria de 6 a 12 meses de gasto, criativos cansados, segmentações ineficientes e oportunidades não exploradas. Independente da plataforma, o método é o mesmo: funil claro com KPI por estágio, no mínimo três ângulos criativos por persona testados em paralelo, review semanal e decisão de realocação documentada. Vencedor escala, perdedor sai do ar.
Cobrança é fee fixo ou % do investimento?
Fee fixo de gestão. O investimento em mídia (ad spend) é separado e pago direto pela conta do cliente, que continua dona da conta e do histórico. Não trabalhamos com percentual de mídia porque o incentivo fica errado: quem ganha proporcional ao gasto não tem motivo para baixar o custo por aquisição, e baixar o CAC é exatamente o trabalho. Com fee fixo, a conversa semanal é sobre o que mover, não sobre quanto gastar. A auditoria inicial e o relatório de cada review documentam onde a verba foi realocada e por quê, para a decisão de investimento continuar sendo sua e baseada em dado.
Qual investimento mínimo faz sentido?
Em Meta, cerca de R$ 30 mil por mês de ad spend para dar densidade de aprendizado: abaixo disso, os testes de criativo e segmentação demoram demais para gerar sinal estatístico e a otimização vira palpite. Em LinkedIn, o mínimo sobe para R$ 50 mil por mês, porque o CPM é bem mais alto e o mesmo teste custa mais. Abaixo desses patamares, o fee de gestão fica desproporcional ao investimento e o cliente paga caro por otimização que não tem volume para acontecer. Nesses casos, a recomendação honesta costuma ser concentrar em um canal só, ou começar pela medição para garantir que, quando a verba crescer, ela otimize para negócio.

Tire sua mídia paga do piloto automático.

Primeira conversa olha sua conta atual, mapeia onde dá pra cortar custo, e sugere primeira hipótese de re-estrutura.

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