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LinkedIn para executivos

Liderança visível.

Posicionamento, pauta e cadência para quem decide — sem terceirizar a voz de quem assina.

Trabalho da Typic para Prime Control
CasePrime Control

O que resolve.

LinkedIn para executivos é o posicionamento público de quem decide na empresa: pauta, cadência e voz própria, sem terceirizar a assinatura. Serve para C-levels e fundadores que precisam de autoridade que vire pipeline e reputação. A Typic entrega documento de posicionamento, calendário de pauta, posts escritos e revisados e relatório de leitura.

O executivo tem o repertório e não tem o tempo. O perfil fica parado, e a autoridade que sustenta a venda vive só na reunião — onde poucas pessoas alcançam.

Quando a agência assume a voz por completo, o texto sai correto e vazio: qualquer concorrente poderia ter escrito. O comprador B2B percebe, e o efeito é o contrário do pretendido.

O que funciona é sistema: extrair o que o executivo já sabe, organizar em pauta e manter cadência. A opinião é dele; o método é nosso.

Como a Typic trabalha.

  1. Mapeamento de voz

    Entrevistas com o executivo para capturar tese, repertório e as posições que ele defende de verdade. Sai daqui o que só ele pode dizer.

  2. Pauta ligada ao comercial

    Temas escolhidos pelas objeções que aparecem no funil — não por calendário de datas comemorativas.

  3. Cadência sustentável

    Ritmo que cabe na agenda real de quem dirige a empresa. Frequência combinada antes de começar.

  4. Leitura e recalibragem

    Que tema puxou conversa, que formato puxou só curtida. A pauta seguinte responde ao que o dado mostrou.

O que você recebe.

  • Documento de posicionamento

    Tese, territórios de conversa e o que o executivo não vai falar.

  • Calendário de pauta

    Temas conectados às objeções do funil comercial.

  • Posts escritos e revisados

  • Relatório de leitura

    O que gerou conversa qualificada, não só alcance.

Cases relevantes.

Todos os cases

O que o trabalho move.

+87%
de impressões no perfil do diretor de inovação da Prime Control.
Comparação dos 6 meses de operação Typic contra os 6 meses anteriores, no mesmo perfil. Fonte: LinkedIn Analytics do cliente.
+265%
de interações no mesmo período e no mesmo perfil.
Mesma janela e mesma fonte da métrica de impressões. Interação = reação, comentário ou compartilhamento.

Como começa.

  • A primeira conversa é diagnóstico

    Olhamos o perfil, o funil e o que já existe de material gravado. Você sai com leitura do que dá pra fazer — mesmo que não feche.

  • Sem fidelidade longa

    O trabalho se sustenta pelo resultado, não por multa contratual.

  • A voz continua sendo sua

    Nada é publicado sem aprovação de quem assina o post.

Perguntas frequentes.

Quanto tempo o executivo precisa dedicar por mês?
O suficiente para duas coisas: as entrevistas de captura de voz e a aprovação dos textos. As entrevistas acontecem no início e, depois, em cadência menor para alimentar a pauta; a aprovação é leitura de rascunho com as escolhas explicadas, não redação. O desenho da cadência parte da agenda real de quem dirige a empresa, e a frequência é combinada antes de começar. Isso importa porque ritmo que não cabe na agenda não se sustenta depois do segundo mês, e a pausa custa mais do que a frequência menor. A entrega inclui o calendário de pauta e o relatório de leitura, para o tempo do executivo ir para o que só ele pode fazer: ter posição.
Vocês escrevem como se fossem o executivo?
Escrevemos a partir do que ele já disse, em entrevista, palestra ou reunião. O mapeamento de voz captura tese, repertório e as posições que ele defende de verdade; sai daí o que só ele pode dizer, e é isso que vira texto. A regra é simples: se o post contém opinião que o executivo não sustentaria numa conversa, o texto está errado, não ele. Cada rascunho vai com o argumento explícito para ele cortar, corrigir e assinar. A leitura de resultado fecha o ciclo: tema que puxou conversa qualificada entra na pauta seguinte; formato que puxou só curtida é revisto. Quando o que falta é só a escrita, o trabalho é o de ghostwriting.
Isso é a mesma coisa que o LinkedIn da empresa?
Não. São trabalhos irmãos com objetos diferentes. O perfil da empresa constrói a marca institucional: cultura, produto, posicionamento de mercado. O perfil do executivo constrói confiança em pessoa, e em B2B é essa confiança que decide contrato, porque quem compra quer saber quem está do outro lado. O método também é diferente: a página segue plataforma editorial com cadência alta e mídia paga; o executivo segue pauta ligada às objeções do funil comercial, em cadência que cabe na agenda dele. Operar os dois em paralelo multiplica alcance, mas cada um precisa do seu próprio desenho. Veja LinkedIn da empresa.
Como o CEO deve usar o LinkedIn?
Como palco da tese da empresa, não como mural de conquistas. O CEO fala do problema que a empresa resolve, das escolhas que fez e do que aprendeu operando. O post de premiação e o de “feliz em anunciar” rendem curtida e quase nenhuma conversa. Três ajustes costumam fazer a maior diferença: um perfil que diz em uma linha para quem o CEO trabalha e por quê, uma pauta com poucos temas repetidos com consistência e uma rotina de comentários em perfis de clientes e parceiros, que muitas vezes gera mais conversa do que o próprio post. Regularidade pesa mais do que frequência: o ritmo precisa caber na agenda e durar meses. Quando o CEO também é o fundador e a meta é gerar demanda, o desenho é o de founder-led growth.

Vamos olhar o perfil do seu time de liderança.

A primeira conversa começa pelo que já existe: o que o executivo já falou em público e o que o funil comercial já mostra de objeção.

Conversar sobre personal branding

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