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Marca e ativos digitais

Experiência que vende.

Ativos digitais de marca que reduzem atrito e aumentam conversão, validados em dados de comportamento real.

Trabalho da Typic para Prince
CasePrince

O que resolve.

Otimização de conversão é o trabalho sobre os ativos digitais da marca (site, páginas e fluxos) para reduzir o atrito entre o interesse e a compra, validado em dados de comportamento real. Serve para empresas que já têm tráfego e perdem gente no caminho. A Typic prioriza pelo que cada etapa perde e mede o efeito de cada mudança.

Ativo digital de marca virou commodity de mockup bonito. Sai redesign, entra redesign, e a métrica de conversão fica parada porque o trabalho ficou decorativo, não estrutural.

Experiência que vende em 2026 é trabalho de auditoria de comportamento real — gravações de sessão, heatmap, analytics, entrevistas curtas. A partir dessa base, hipóteses priorizadas por impacto em conversão, não por preferência de stakeholder.

Como a Typic trabalha.

  1. Audit de atrito

    Gravações de sessão (Hotjar/FullStory), analytics, heatmap, entrevistas rápidas. Onde o usuário hesita, abandona, não entende — tudo mapeado antes de redesenhar.

  2. Hipóteses priorizadas por conversão

    Cada mudança proposta carrega hipótese de impacto em KPI específico. Redesign não é 'deixar mais bonito' — é mover métrica.

  3. Ship + monitoramento

    Implementação acompanhada por analytics desde o deploy. Se a métrica não move, a gente reverte — sem ego de designer.

Cases relevantes.

Todos os cases

Perguntas frequentes.

Vocês fazem só web ou também ativos digitais?
Os dois: web (sites e web apps) e mobile (iOS e Android nativos, React Native). O método é o mesmo em qualquer superfície: audit de atrito com gravações de sessão, analytics, heatmap e entrevistas rápidas para mapear onde o usuário hesita, abandona ou não entende, antes de redesenhar qualquer coisa. Depois, hipóteses priorizadas por impacto em KPI específico e implementação acompanhada por analytics desde o deploy. O que muda entre web e mobile é quem do squad opera o projeto, porque as ferramentas de leitura e os padrões de interface são diferentes. A pergunta que define o escopo não é a plataforma, é onde está a perda.
Vocês codam ou só desenham?
Desenhamos e entregamos handoff completo: Figma, tokens e especificações prontos para implementação. O código pode ficar com o seu time interno ou ser acoplado via parceiros do squad; a decisão depende do contexto e entra no diagnóstico, porque muda prazo e investimento. O que não muda é a regra de monitoramento: cada mudança vai ao ar com a métrica que deve mover, acompanhada por analytics desde o primeiro dia. Se a métrica não move, a gente reverte, sem ego de designer. Redesign aqui não é deixar mais bonito; é mover número. Quem implementa importa menos do que garantir que a leitura pós-mudança aconteça.
Como medimos sucesso?
Com KPI específico por projeto, definido no diagnóstico e acordado antes de começar. Tipicamente: taxa de conversão em um fluxo crítico, tempo até o primeiro uso, abandono por etapa. O audit de atrito mostra onde a perda está, e é essa perda que vira a métrica-alvo. Cada hipótese de mudança carrega o impacto esperado nesse KPI; a implementação vai ao ar com analytics ligado e a leitura acontece contra a baseline registrada antes. Sucesso é a métrica ter movido na direção combinada; se não moveu, a mudança volta e a hipótese seguinte entra. Sem métrica acordada antes, qualquer redesign parece sucesso para quem o fez.

Traga seu produto digital pra Typic.

Primeira conversa começa pelo dado — olhamos suas métricas de conversão, identificamos onde a fricção maior está, e sugerimos próximo ciclo antes de fechar escopo.

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