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Marca e ativos digitais

Experiência que vende.

Ativos digitais de marca que reduzem atrito e aumentam conversão, validados em dados de comportamento real.

O que resolve

Ativo digital de marca virou commodity de mockup bonito. Sai redesign, entra redesign, e a métrica de conversão fica parada porque o trabalho ficou decorativo, não estrutural.

Experiência que vende em 2026 é trabalho de auditoria de comportamento real — gravações de sessão, heatmap, analytics, entrevistas curtas. A partir dessa base, hipóteses priorizadas por impacto em conversão, não por preferência de stakeholder.

Quatro etapas do método em Marca e ativos digitais.

  1. 01

    Audit de atrito

    Gravações de sessão (Hotjar/FullStory), analytics, heatmap, entrevistas rápidas. Onde o usuário hesita, abandona, não entende — tudo mapeado antes de redesenhar.
  2. 02

    Hipóteses priorizadas por conversão

    Cada mudança proposta carrega hipótese de impacto em KPI específico. Redesign não é 'deixar mais bonito' — é mover métrica.
  3. 03

    Ship + monitoramento

    Implementação acompanhada por analytics desde o deploy. Se a métrica não move, a gente reverte — sem ego de designer.
Cases relevantes

Trabalho feito, números conferidos.

O que clientes perguntam sobre Marca e ativos digitais.

Os dois web (sites + web apps) e mobile (iOS/Android nativo, React Native). O método é o mesmo; a especialização vem em quem do squad opera o projeto.

Traga seu produto digital pra Typic.

Primeira conversa começa pelo dado — olhamos suas métricas de conversão, identificamos onde a fricção maior está, e sugerimos próximo ciclo antes de fechar escopo.

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